A plataforma lê o histórico do seu ERP e devolve decisão: quem visitar, o que oferecer, quem está prestes a sumir. Com o número calculado por código auditado — e a inteligência artificial escrevendo só o argumento.
Uma instalação por empresa. Seus dados no seu servidor.
Cliente 360°
Restaurante · exemplo
Faturamento do ano
R$ 0,00 mi
74% de 2025
Pedidos
0
2,9/mês
Marcas
0
de 41 vendidas
Evolução mensal
7 de 12 clientes do mesmo segmento compram uma marca que este não leva — e a adoção subiu no último trimestre.
O vendedor visita quem gosta dele, não quem precisa de visita.
Você descobre que perdeu um cliente três meses depois de ter perdido.
E ninguém consegue dizer se visitar adianta.
O dado para responder as três perguntas já existe — está no ERP, guardado. O que falta é alguém transformar histórico em decisão antes da visita, não depois do fechamento do mês.
É a diferença entre uma ferramenta de decisão e um gerador de texto convincente. Aqui as duas coisas são fisicamente separadas.
Determinístico e auditado: 978 verificações automáticas ponta a ponta e 501 testes rodam a cada mudança.
Ela recebe os números prontos. Nunca os produz. E o modelo é escolha sua — Claude, GPT ou um modelo local, quando o dado não pode sair de casa.
O ano corrente contra o mesmo período do ano anterior — mesmo tamanho dos dois lados. +14% quer dizer a mesma coisa em março e em novembro.
O intervalo típico de cada produto, pela mediana. A promoção de fim de ano e as férias do comprador destroem uma média — e não mexem numa mediana.
Antes de afirmar que existe sazonalidade, o sistema exige três anos de janela e doze meses com movimento. Abaixo disso, não afirma nada.
Quantos itens e marcas ele leva, contra o que a empresa realmente vendeu no mesmo período — e não contra um cadastro cheio de item que não sai há dois anos.
Em aberto, vencido, faixas de atraso, pontualidade de pagamento e quanto ainda cabe no limite. Derivado do título, não de um campo de status.
Pedidos, visitas, títulos e análises na mesma linha do tempo. Seis meses depois, ainda dá para ler o que aconteceu com aquele cliente.
A pergunta que nenhum relatório do ERP responde. E que só vale se a resposta for honesta: o sistema recusa afirmar quando a evidência não sustenta.
Antes
Depois
Das visitas do período, quantas foram seguidas de pedido em até 30 dias. A janela é deliberada: uma visita que virou pedido dois meses depois não virou pedido por causa da visita.
Por pessoa e por período — atividade cruzada com o que o ERP registrou.
Quem está há mais de 60 dias sem nenhum contato, listado por vendedor.
Os próximos passos que venceram sem ninguém concluir.
Carteira própria, da equipe ou base inteira — decidido no servidor, não no menu.
Cadastro de cliente novo, análise de crédito, aprovação comercial. Desenhado uma vez, reaproveitado por qualquer área — com prazo que cobra sozinho, anexo conferido e trilha do que cada um decidiu.
Aprovação condicional por valor, tarefas por área, e ninguém precisa perguntar "com quem está parado?".
O ThorIQ não conhece o esquema do seu ERP — ele conhece campos canônicos. Você escreve uma consulta por módulo e liga as colunas aos campos numa tela de de-para. Trocar de ERP não reescreve o motor.
Módulo
VendasHistórico item a itemMódulo
ClientesCadastro e segmentoMódulo
ProdutosMarca, estoque e preçoMódulo
FinanceiroTítulos a receberUma instalação por empresa, no ambiente dela. Se a política interna exigir, a IA também roda local.
O recorte de carteira é aplicado no servidor. Esconder no menu não é proteger.
O registro de atividades só aceita inserção — trilha que pode ser corrigida depois não prova nada.
Visitas, painéis e configuração entram na cópia. As vendas voltam com uma sincronização.
978 verificações ponta a ponta e 501 testes rodam antes de qualquer entrega.
Cliente sem segmento cadastrado recebe lista vazia com aviso. O motor prefere calar a chutar.
Ele não inventa número.
Ele não empurra pedido.
Ele não finge saber o que não sabe.
Se a evidência não sustenta, o ThorIQ prefere o silêncio à mentira — mesmo quando o silêncio custa uma venda.
Não. É uma instalação por empresa, no ambiente dela. Se a política interna exigir, a inteligência artificial também roda local — o dado nunca precisa sair de casa.
Não. O ThorIQ não digita pedido, não emite proposta e não calcula remuneração variável. O número é sempre calculado por código auditado — a inteligência artificial só escreve o argumento em cima do número pronto.
O ThorIQ não conhece o esquema do seu ERP, só campos canônicos. Você escreve uma consulta por módulo — vendas, clientes, produtos, financeiro — e liga as colunas numa tela de de-para. Quatro consultas, não um projeto de seis meses.
978 verificações automáticas ponta a ponta e 501 testes rodam a cada mudança, antes de qualquer entrega. E quando a evidência não sustenta uma afirmação — segmento sem dado suficiente, por exemplo — o sistema prefere devolver lista vazia a chutar.
Não, a menos que a empresa configure assim. O recorte — carteira própria, da equipe ou base inteira — é decidido no servidor, não escondido num menu do aplicativo.
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